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Paraibano em Angers relata protestos e tensão nas ruas da França

Walfran Campos diz ver lojas quebradas e policiais atirando; manifestações começaram em meados de setembro

Redação Paraíba Hub08 de novembro de 2026, 09:331 min de leituraEditor responsável: Rayner HolmesApuração assistida por IA · publicação automática

O paraibano Walfran Campos, que está de passagem pela cidade de Angers, no Oeste da França, relatou no sábado (7) como têm ocorrido os protestos contra o aumento do custo de vida no país. Ele registrou em vídeos a movimentação nas ruas. Uma série de manifestações envolvendo estudantes, trabalhadores e servidores públicos tem acontecido em diversas cidades francesas nas últimas semanas.

"Ah, foram muitos protestos, muito quebra-quebra, lojas quebradas, parada de ônibus. [...] As polícias atirando, tudo. Foi feio", relatou. Segundo ele, os atos são frequentes: "Tem protesto quase todos os dias, em toda a França". Walfran também descreveu as pautas: "Estão reivindicando por educação, saúde e melhores salários. Aluguel e compra de casa estão muito caros. Estão reivindicando por tudo". O paraibano estava a aproximadamente 30 quilômetros de Amiens quando um patrimônio histórico foi incendiado durante uma manifestação.

Como começaram os atos

Os protestos na França começaram em meados de setembro, organizados por estudantes do ensino médio, e se espalharam por outros grupos e países, como Espanha, Itália, Bélgica e Albânia. Algumas das mobilizações foram marcadas por distúrbios e saques, como a de 17 de outubro. Em alguns dias, as manifestações reuniram quase 1,3 milhão de pessoas, segundo as autoridades.

Os sindicatos pedem uma revalorização do salário mínimo interprofissional, um aumento do conjunto dos salários, mais justiça fiscal e a preservação dos serviços públicos. Um dos pontos em disputa é o forte ajuste fiscal que o governo deseja nos orçamentos de 2027. Os atos abalam os últimos meses da presidência de Emmanuel Macron, que deve deixar o poder em maio.

Contexto

Os protestos na França começaram em meados de setembro, organizados por estudantes do ensino médio, e se espalharam por outros grupos e países, como Espanha, Itália, Bélgica e Albânia. A manifestação de 17 de outubro foi marcada por distúrbios e saques.

O que acontece agora?

Os sindicatos pedem revalorização do salário mínimo interprofissional, aumento dos salários, mais justiça fiscal e preservação dos serviços públicos, em meio ao ajuste fiscal que o governo deseja nos orçamentos de 2027. Emmanuel Macron deve deixar o poder em maio.

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Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.

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