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Paraíba Hub

Motta defende urnas e Alcolumbre pede pacificação em visita ao TSE

Presidentes da Câmara e do Senado falaram ao lado do ministro Kássio Nunes Marques, em Brasília, no domingo (25)

Redação Paraíba Hub25 de outubro de 2026, 15:371 min de leituraEditor responsável: Rayner HolmesApuração assistida por IA · revisão humana
Tribunal Superior Eleitoral
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil · foto de arquivo

O presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), defendeu neste domingo (25) as urnas eletrônicas brasileiras, que comemoram 30 anos em 2026. A declaração foi dada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em Brasília, ao lado do presidente da Corte Eleitoral, ministro Kássio Nunes Marques.

"Nosso sistema eleitoral é um orgulho para nosso país e referência para o mundo no que diz respeito à segurança e transparência do nosso processo", afirmou Motta. Ele acrescentou que "os brasileiros saberão antes da meia-noite quem será o próximo presidente da republica e, em cinco estados e DF, os governadores".

Também presente no TSE, a pedido de Nunes Marques, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), disse que o Brasil espera de todos "responsabilidade, reconhecimento do resultado das urnas, paz, pacificação". Alcolumbre ainda convocou os eleitores às urnas: "Exerçam o voto, porque através do voto que fortalecermos e protegemos nossa democracia".

Neste domingo, mais de 158 milhões de eleitores estão aptos a votar. Desse total, mais de 136 milhões são obrigados a votar e, para pouco mais de 22 milhões, o voto é facultativo.

Serão definidos o presidente da República e, em seis unidades da federação, os governadores. A disputa presidencial tem Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) como candidatos.

O que acontece agora?

Segundo Hugo Motta, o resultado da eleição presidencial e dos governos estaduais em disputa será conhecido antes da meia-noite.

Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.

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