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João Azevêdo vota em João Pessoa e afirma que Brasil ‘acordou’

Senador eleito pelo PSB votou no bairro Jardim Oceania e manifestou expectativa de continuidade do governo Lula

Redação Paraíba Hub25 de outubro de 2026, 11:331 min de leituraEditor responsável: Rayner HolmesApuração assistida por IA · publicação automática
Eleições 2026 — Apuração
Arte: Paraíba Hub

O ex-governador da Paraíba e senador eleito João Azevêdo (PSB) votou na manhã deste domingo (25), no ISO Colégio e Curso, no bairro Jardim Oceania, em João Pessoa, durante o segundo turno das eleições presidenciais.

Após registrar o voto, ele concedeu entrevista à imprensa presente e comentou a mobilização política observada nos últimos dias. “Eu acho que, na verdade, o Brasil do primeiro turno para o segundo turno acordou, verdadeiramente acordou", disse.

O senador eleito afirmou ainda sentir falta das ruas movimentadas: “Eu estava com saudade de ver os estudantes na rua, o povo na rua, verdadeiramente tomando e puxando para si a responsabilidade de conduzir os destinos do país e isso aconteceu nesses últimos dias”.

Azevêdo destacou pautas como civilidade, respeito às mulheres, inclusão e valorização das diferenças, defendendo uma posição contrária ao radicalismo, ao extremismo e ao negacionismo. Ele também mencionou os atos realizados na véspera da votação em João Pessoa e em Patos, no Sertão paraibano.

Ao comparar as duas etapas da eleição, comentou a rapidez da votação deste domingo: “Hoje é muito rápido, apenas um número, dois números, na verdade. Para se fazer a escolha, é uma dedicação muito rápida e, com certeza, uma escolha muito mais fácil de ser feita. Na última eleição eram seis cargos que estavam para ser escolhidos. Hoje apenas um".

Na entrevista, o senador eleito destacou a mobilização popular na reta final da campanha e manifestou apoio e expectativa de continuidade do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.

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