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Paraíba Hub

Paraíba passa a vacinar contra HPV crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual

Medida da SES-PB segue recomendação do Ministério da Saúde e prevê uma dose pelo SUS, independentemente do sexo da criança.

Redação Paraíba Hub23 de setembro de 2026, 03:432 min de leituraEditor responsável: Rayner HolmesApuração assistida por IA · publicação automática
Vacina sendo aplicada no braço
Foto: Divulgação/Secom-JP · foto de arquivo

A Paraíba passou a oferecer a vacina contra o HPV para crianças a partir de 2 anos vítimas de violência sexual. A medida foi adotada pela Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) após recomendação do Ministério da Saúde.

A estratégia prevê a aplicação de uma dose do imunizante, independentemente do sexo da criança, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A SES-PB já encaminhou a orientação aos municípios paraibanos.

Como funciona a aplicação

A vacinação deve ser feita nas salas de vacina do SUS, mediante indicação e registro pelo serviço ou profissional de saúde responsável pelo atendimento da vítima. Não é necessário solicitar o imunobiológico por meio de fluxo especial.

A aplicação pode ocorrer em unidades hospitalares, serviços especializados e unidades da Atenção Primária à Saúde, e, quando necessário, será solicitado o consentimento do responsável legal. A situação que fundamenta a vacinação deve ser registrada nos sistemas oficiais, com o código correspondente à violência sexual.

A vacinação deve ser registrada como estratégia especial, seguindo as orientações do Programa Nacional de Imunizações (PNI).

O que muda no calendário

Antes da ampliação, a estratégia de vacinação contra o HPV para vítimas de violência sexual contemplava pessoas dos 9 aos 45 anos. A dose aplicada antes dos 9 anos de idade não será considerada para o esquema básico previsto no Calendário Nacional de Vacinação; a criança deverá ser vacinada novamente no período recomendado pelo PNI.

Crianças que já tenham recebido a vacina contra o HPV antes da ocorrência da violência sexual não precisam ser revacinadas por causa do episódio.

O imunizante não funciona como tratamento após uma exposição ao vírus, mas pode proteger contra tipos do vírus que ainda não tenham sido adquiridos. A vacina integra o Calendário Nacional de Vacinação desde 2014 e protege contra os tipos virais 6, 11, 16 e 18.

Contexto

A vacina contra o HPV integra o Calendário Nacional de Vacinação desde 2014 e protege contra os tipos virais 6, 11, 16 e 18. Antes da ampliação, a estratégia voltada a vítimas de violência sexual contemplava pessoas dos 9 aos 45 anos.

O que acontece agora?

A SES-PB informou que os municípios receberam as orientações para colocar a estratégia em prática e repassar as informações às equipes responsáveis pelo atendimento das vítimas.

Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.

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