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MPF promove roda de conversa sobre câncer de mama em João Pessoa

Encontro na sede do órgão reuniu mastologistas e servidores; Inca estima cerca de 1.600 novos casos na Paraíba

Redação Paraíba Hub28 de outubro de 2026, 16:022 min de leituraEditor responsável: Rayner HolmesApuração assistida por IA · publicação automática
Ilustração: laço rosa e estetoscópio em mesa clara, representando conscientização sobre saúde da mulher
Imagem ilustrativa gerada por IA

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba realizou, na terça-feira (27), a roda de conversa "Saúde da Mulher", com foco na prevenção e no diagnóstico precoce do câncer de mama. A atividade ocorreu na Sala de Convivência da sede do órgão, em João Pessoa, e integrou a programação do Outubro Rosa.

Na abertura, a procuradora-chefe do MPF na Paraíba, Janaina Andrade, destacou que a informação é fundamental para superar barreiras.

O encontro teve como referência as estimativas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) para o triênio 2026–2028, que apontam cerca de 78 mil novos casos de câncer de mama no Brasil, dos quais aproximadamente 1.600 na Paraíba. Estima-se que a doença provoque cerca de 694 mil mortes por ano em todo o mundo.

Diagnóstico precoce e rastreamento

As médicas mastologistas Lakymê Mangueira e Tarciane Campos destacaram que identificar o câncer de mama em estágios iniciais aumenta as chances de cura. Tarciane Campos citou estudos que apontam redução de aproximadamente 30% na mortalidade pela doença associada ao rastreamento por mamografia. "Cada um dos que estão aqui são multiplicadores dessa informação", afirmou.

Desde 2025, o Ministério da Saúde recomenda o rastreamento mamográfico para mulheres de 40 a 74 anos no âmbito do SUS. A Lei nº 12.732/2012, conhecida como Lei dos 60 Dias, assegura às pessoas diagnosticadas com câncer o direito de iniciar o primeiro tratamento pelo Sistema Único de Saúde em até 60 dias.

Relatos e saúde mental

A servidora Analice Santos compartilhou sua experiência de dez anos convivendo com o câncer de mama, incluindo o diagnóstico de metástase óssea em 2020. "Eu não sou incapaz. Eu não sou inválida, eu posso produzir", afirmou.

A desembargadora e presidente do TRT-13, Herminegilda Leite, relatou sua experiência pessoal com a perda de um ente querido em decorrência do câncer de mama. Já a psicóloga Emília Veggi chamou atenção para o acompanhamento emocional: "Não somente cuidar do corpo, a gente precisa cuidar da saúde mental".

Documentos e órgãos consultados
  • MPF na Paraíba · Outubro Rosa: MPF promove debate sobre saúde da mulher na Paraíba28 de outubro de 2026

Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.

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