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Enem 2026 permite celular, mas exige aparelho desligado em envelope

Provas acontecem em 8 e 15 de novembro; som de toque ou alarme, mesmo com o aparelho desligado, pode eliminar o candidato

Redação Paraíba Hub08 de novembro de 2026, 08:011 min de leituraEditor responsável: Rayner HolmesApuração assistida por IA · publicação automática
Eleições 2026 — 1º turno
Arte: Paraíba Hub

Quem vai fazer o Enem 2026 pode levar o celular até o local de aplicação das provas, mas não pode utilizar o aparelho durante o exame. A regra vale para os dois dias de prova, marcados para 8 e 15 de novembro.

O edital do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) determina que o telefone seja desligado e guardado em um envelope porta-objetos, fornecido pela equipe de aplicação. O envelope é entregue pelo chefe de sala e precisa ser lacrado e identificado conforme as orientações dos fiscais. Depois de fechado, deve permanecer debaixo da carteira durante toda a aplicação.

A exigência não se limita ao celular: tablets, relógios inteligentes, fones de ouvido e calculadoras também precisam ficar desligados e guardados. O edital estabelece que os aparelhos fiquem com todas as funções, aplicativos, sistemas e alarmes desativados, mesmo quando estiverem dentro do envelope. A lista de itens proibidos inclui ainda chaves com alarme ou componentes eletrônicos, garrafas e copos digitais e cigarros eletrônicos.

O descumprimento das orientações pode resultar na eliminação do participante. Mesmo que o celular esteja desligado e dentro do envelope, se emitir qualquer tipo de som, como toque ou alarme, o candidato poderá ser eliminado do exame. Também é proibido utilizar equipamentos eletrônicos, tentar estabelecer comunicação com outros candidatos ou acessar informações externas durante a aplicação.

O que acontece agora?

As provas do Enem 2026 estão marcadas para 8 e 15 de novembro, com as regras sobre aparelhos eletrônicos valendo nos dois dias.

Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.

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