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Paraíba Hub

MPF abre inquérito sobre colapso de ponte na BR-101 em Santa Rita

Apuração também analisa segurança e manutenção de quatro pontes da rodovia federal sobre os rios Paraíba e Mamanguape

Redação Paraíba Hub30 de outubro de 2026, 18:081 min de leituraEditor responsável: Rayner HolmesApuração assistida por IA · revisão humana

O Ministério Público Federal (MPF) na Paraíba instaurou nesta quinta-feira (29) um Inquérito Civil para apurar o desabamento parcial da ponte sobre o Rio Paraíba, na BR-101, em Santa Rita. O colapso parcial da estrutura ocorreu em 7 de março de 2026.

A investigação foi aberta após a conversão de um procedimento preparatório. O documento é assinado pelo procurador da República João Raphael Lima Sousa.

Além do caso específico da ponte que cedeu, a apuração analisa as condições de segurança, manutenção e conservação de quatro pontes da rodovia federal sobre os rios Paraíba e Mamanguape.

No documento, o MPF registra que "a documentação do DNIT e das empresas contratadas indica deterioração conhecida antes do colapso, medidas de interdição, projeto e contratação de reforço, além de recomendação técnica de demolição da estrutura remanescente, impondo apuração das causas e das providências adotadas".

O órgão determinou a realização de uma perícia técnica independente para emitir laudo sobre as causas da ruína. O MPF também fiscalizará a segurança dos desvios de tráfego atuais, o cumprimento dos cronogramas das obras e os processos internos de apuração conduzidos pelo próprio DNIT.

Contexto

A investigação foi aberta após a conversão de um procedimento preparatório sobre o desabamento parcial ocorrido em 7 de março de 2026.

O que acontece agora?

Será realizada perícia técnica independente para emitir laudo sobre as causas da ruína. O MPF fiscalizará a segurança dos desvios de tráfego atuais, o cumprimento dos cronogramas das obras e os processos internos de apuração conduzidos pelo DNIT.

Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.

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