Fila de transplantes no Brasil chega a 49.695 pessoas; PB tem 158
Rim é o órgão mais aguardado, com 46.132 pacientes, e 7,4 mil transplantes foram feitos desde o início do ano
O Brasil tem 49.695 pessoas na fila por um transplante de órgãos. Na Paraíba, são 158 pacientes à espera de um órgão compatível. O estado com maior número de pessoas na lista é São Paulo, com 23.700.
Desde o início do ano, foram feitos 7,4 mil transplantes no país, número que representa quase 15% dos pacientes que aguardam por uma doação. O Brasil é o quarto do mundo em número absoluto de transplantes.
A maior demanda é por rim, com 46.132 pessoas à espera. Em seguida aparecem fígado (2.377) e coração (516). Há ainda 29 pacientes na fila por pâncreas e 4 por transplante multivisceral.
Quem está na fila
Os homens são 58% da lista (29.015 pessoas) e as mulheres, 42% (20.680). Nos dois grupos, a faixa etária com mais pacientes é a de 50 a 64 anos: 11.506 homens e 7.593 mulheres. Entre adolescentes de 11 a 17 anos, são 149 meninos e 157 meninas; entre bebês com menos de 1 ano, 15 meninos e 15 meninas.
A lista é gerida pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e é única: pacientes da rede pública e da rede privada esperam na mesma fila.
Como funciona a doação
Órgãos sólidos, como rim, fígado e coração, só podem ser doados por pessoas com morte encefálica. HIV, câncer e infecção grave no órgão estão entre os poucos impedimentos para a doação.
O tempo em que o órgão se mantém viável fora do corpo varia: de 6 a 8 horas para coração e pulmão, até 12 horas para o fígado e 24 horas para o rim.
Para manifestar a intenção de doar, há dois caminhos: registrar a informação na carteira de identidade ou emitir a Autorização Eletrônica de Doação de Órgãos (AEDO), feita online e validada em cartório. O registro não dispensa a autorização da família.
Esta matéria foi organizada pela redação do Paraíba Hub com apoio de inteligência artificial, a partir de fontes públicas e segundo a nossa política editorial. A IA não é fonte: ela não cria fatos, números ou declarações.